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11.4.11

NOVA TEMPORADA!

E finalmente nesta semana voltamos com A PORTA em uma nova temporada em São Paulo! Aproveite para ver de novo o espetáculo, convidar quem ainda não viu, recomendar, colocar suas impressões aqui no blog, comentar por aí...

Esperamos todos lá! É somente R$10,00 a inteira e R$5,00 a meia entrada. Começa nessa sexta dia 15 e vai até dia 8, sempre de sexta a domingo. Sexta e sábado às 21h e domingo às 20h, no Teatro João Caetano: R. Borges Lagoa, 650, Vila Clementino, tel 5573 3774 e 5549 1744.

Forte abraço!

Cia. Troada.



8.2.11

A PORTA - iniciando 2011!!!!

A Cia. Troada retoma suas atividades e se prepara para a primeira apresentação do ano no SESC São José dos Campos, dia 17 de fevereiro, quinta-feira, 21h.

Encerramos 2010 após a temporada no Centro Cultural São Paulo e recebemos, carinhosamente, alguns comentários belíssimos. O retorno de pessoas que assistem o espetáculo com sugestões, críticas ou puras impressões, é muito rico para a Cia. Troada!

Compartilhamos abaixo algumas impressões sobre A PORTA. E aguardamos outras!
Feliz 2011 a todos!!!

Forte abraço,
Cia. Troada.
Estou nervoso. Amanhã tenho uma prova teórica do processo seletivo do doutorado em cênicas. Eu deveria ir para a cama. Eu deveria descansar para ter uma boa noite de sono. Talvez eu tenha medo dos sonos intranqüilos se não escrever o que está na minha cabeça. Fui ao CCSP no domingo ver sozinho o espetáculo "A Porta". Quando digo que fui ver sozinho me refiro à ausência de acompanhantes. Afinal, a casa estava cheia com uma platéia atenta aos maravilhosos desempenhos dos atores da Cia. Troada. Como posso dormir hoje sem escrever sobre as máscaras da Elisa, a luz do Du, a direção do Vina e a voz do Ravel? Não quero esquecer. Não quero deixar passar. Todos estes amigos são muito queridos, artistas talentosos, pessoas que admiro e respeito por suas escolhas. Talvez a minha maior emoção tenha sido provocada pela lembrança do curso de máscara que fizemos há mais ou menos dez anos. Era uma turma especial, reunida para aprender com Tiche e Ésio no Barracão Teatro, em Barão Geraldo. Me lembrei também de ver o ator Vina e a atriz Elisa com suas meias máscaras expressivas em uma praça neste mesmo Barão. Me lembrei de tudo isto ali na platéia durante o espetáculo, imaginando o que passaram estes artistas até aquele novo momento que eu testemunhava. Mas posso estar enganado porque toda memória carrega sua confabulação. Esta "memória confabulatória" me foi apresentada em uma conferência de James Fentress no SESC Vila Mariana em 2006. O que pode ser também uma lembrança inventada pela minha memória. Não que eu não tivesse inventado memórias pessoais e coletivas anteriormente (quem não inventou?), mas acreditar nestas memórias como verdadeiras seria algo muito arriscado. A memória ativa e criativa é um desafio ao nosso entendimento do passado e isto se reflete no nosso presente. Se olhada como uma dramaturgia biográfica ela se torna um poderoso instrumento para a construção de uma personagem, de suas falas, seus figurinos e, até mesmo, de seu final "feliz". Eu acreditei no teatro do ator tomado pelo personagem perdido pelas ruas de São Paulo, e acho que o melhor é sempre duvidar do que pensamos ser real. Acho que foi o Quintana quem disse algo como a mentira ser uma verdade que se esqueceu de acontecer. Mas e a verdade? E o real? O que são exatamente? Eu não tenho certeza, mesmo porque, esta frase que penso ser do poeta pode ter sido apenas algo que me foi dito e esquecido e lembrado e esquecido e.......inventado. Um lembrança do que está por vir, ou do que desejei estar.

Paulo Renato Minati Panzeri
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 Quase uma semana, depois que eu assisti ao espetáculo da Troada. Ainda me tocam as imagens. 

Sou um leitor assíduo do Sr. Kafka. Comecei com "A Metamorfose", numa edição em papel jornal que a Revista Caras lançou. Além do famoso texto, havia uma série de contos curtos. Dali em diante, tive que ler tudo o que o homem escreveu.

Tenho sido forçadamente criterioso com os espetáculos que assisto, apesar dos vários amigos incluídos na ficha técnica. Estamos com dois filhos pequenos, que precisam ser despachados para a casa dos avós, em Osasco, a cada vez que resolvemos fazer um programa conjugal. Esse movimento me enche de preguiça várias vezes.

Encontrei a Elisa no dia da inscrição para o Mestrado na ECA e ela me falou do espetáculo. Me deu um cartão da peça e eu me confundi mil vezes, provavelmente irritando-a, achando que se tratava de teatro de bonecos, ou de um infantil. Eu não estava prestando muita atenção, porque o pequeno acorda a cada duas ou três horas na madrugada e eu não consigo repor isso durante o dia. Além disso, tinha que voltar logo para casa, para fazer o almoço.

Comecei a ver links no Facebook com os clipes da peça e resolvi assistir a um deles por curiosidade. "Número Trinta". Genial! Tinha o senso de humor que eu identifico em Kafka. Tinha a dureza, a angústia, as regras estúpidas e rígidas. A rebelião frustrada contra isso… Chamei a Clau, com o cartão na mão, e mostrei o vídeo a ela. Disse: "Clau, vamos ver isso? É do Vinão e da Elisa… Achei muito louco. Lembra o Fezão, que namorava a Laís na época do Frio? Ele fez a dramaturgia."

Desde ali eu me senti o número trinta e um.

Eu sou o trinta e um e na fila estão os outros sete bilhões, sempre com alguém na sua frente e depois de você. Sempre lidando com uma realidade tão absurda, que o sonhar parece mais real e a única saída viável. Insones. Estamos todos insones.

O sonho manipulado, desejando coisas que outros desejam que desejemos. Caralho!

Visualmente impecável. Lindo. A máscara traz o caráter do personagem de saída, logrando o mesmo efeito de uma caricatura, ou de uma história em quadrinhos. A expressão estática do protagonista, sempre surpreso. A dupla de entregadores de documento. A secretária. A simplicidade da solução cenográfica, com elementos perfeitamente amarrados.

Particularmente genial é a associação entre a bolinada no seio da secretária e a cena de sexo, seguida da sedução e dos toques de campainha da cena "Número Trinta". A campainha e o seio da secretária… A sedução e a entrega adiada comparadas à burocracia e aos pequenos poderes. Sexo e morte.

A precisão do elenco me impressionou logo na primeira cena. A partitura perfeita. Isso me lembrava do Belloni e do seu "Frio 36 e Meio", a coisa mais ducaralho que eu já fiz nessa vida. Me lembrava daquela loucura toda, de fazer a coisa exatamente no tempo da música. Me lembrava da sensação.

Eu tinha o tempo todo a maravilhosa sensação de estar sendo iludido. Via o truque e não sabia como o mágico estava fazendo aquilo. O ator se deitava acompanhado na cama e quando a luz voltava, ele estava sozinho de novo. Isso me colocava em estado de sonhar permanente. Tudo seria possível a partir daí.

A luz do Edu era genial. Simples e maravilhosa. Aquele efeito da cadeira de rodas na frente dos set-lights era um desbunde! Ali tínhamos o trem, sem mais nada. As entradas da mulher de chapéu…

Porra, Vinão!
Porra, Elisa!
Porra, Troada! Que espetáculo lindo vocês estão fazendo, hein?
Djair Guilherme
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“Há um prazer secreto na loucura que só os loucos conhecem.”
John Dryden

Para Vinicius,
Acho que o tempo do ser humano não é, e nunca vai ser esse tempo que nós mesmos nos impomos. Não dá pra acompanhar, é um tempo artificial. Mas, vez em quando, podemos parar, não o parar no sentido do sem movimento, pelo contrário, o parar no sentido de dar fluidez ao pensamento, este viajando a uma velocidade quase da luz e ao mesmo tempo flutuando pacientemente.
Esta noite, diante de tal  “representação” de uma pessoa através de muitas, ou das várias facetas de uma mesma, pude parar. Estava apreensiva, tentando absorver cada palavra sem som que estava por vir.
Uma obra de arte não é como um fenômeno que pode ser explicado pela física. Não se pode predizer os resultados, tão pouco alterá-los de antemão aumentando ou diminuindo esta ou outra variável. Primeiro por sua própria natureza de ser única, e, segundo, pela irradiação que ela pode causar em cada espectador, que por sua vez, também é único.
Tudo isso só pra dizer que pude mergulhar um pouco, se é que é possível, na escuridão de um “imaginador”.
Lá tinha de tudo um muito. Sob a sensação envolvente e um tanto quanto tenebrosa de sua loucura, havia uma sutileza de impressões, de sentimentos vívidos, talvez por terem estes sido estes realmente vividos. E mesmo que imaginados, ainda assim eram reais.
Tenho a impressão que vi um pouquinho de você em cada gesto.  Sua ironia, o seu humor, as vezes sarcástico,mas engraçado, mesmo que não me fazendo rir. Senti uma angústia enorme, dancei com a vida e com a morte. Por alguns instantes parei, me transportei e com certeza não voltei a mesma.
Sair da sua zona de conforto faz bem, expande seu campo de visão. Faz você ver e rever o significado de cada sentimento que te compõe. Não importa se foi sonho, pesadelo, pensamento, ou uma “simples” apresentação. Foi um espetáculo!
Adriana Lima.

17.11.10

Últimas apresentações!!!

Nesta quinta, sexta, sábado e domingo (18 a 21 de nov), terminamos a temporada no Centro Cultural São Paulo.

Indicado pela revista BRAVO de novembro como um dos 8 melhores espetáculos, A PORTA esteve em cartaz por um mês na sala Jardel Filho.

Neste final de semana faremos as derradeiras apresentações do ano para retomar em 2011 com força total!

A PORTA teve sua pré-estreia na USP em março de 2010 para estrear oficialmente em julho no SESC Campinas. Em seguida circulou pelos festivais de Campo Grande, Presidente Prudente e Vitória e finalizou o ano com a deliciosa temporada em São Paulo.

Esperamos vocês neste final de semana!
Forte abraço,
Cia. Troada


3.11.10

A PORTA em cartaz no Centro Cultural São Paulo!

De quinta a domingo. Venham!

"A Porta" produz o inesperado no Teatro Universitário



Teatro Universitário lotado. Começa o espetáculo. Breu no palco, ninguém vê nada à frente. Minutos se passam e nada acontece. Até que, num súbito instante, uma forte luz ilumina por milésimos de segundo um pedaço do cenário, revelando um ser estranho sentado em uma cama. A rapidez do flash foi tão grande que pouca coisa foi revelada. Escuridão novamente.
Estava dado o tom sombrio e inesperado que comandou toda a peça “A Porta”, uma das mais aguardadas do 6º Festival Nacional de Teatro Cidade de Vitória. A apresentação foi na noite da última quarta-feira (20), na Universidade Federal do Espírito Santo.
Baseado livremente no livro “Metamorfose”, de Franz Kafka, a peça conta a história de Gregor K. um sujeito atormentado pelos seus sonhos durante a madrugada. Realizado pela paulistana Cia. Troada a montagem mostra todos os sonhos e alucinações do personagem de forma inusitada.
Além de raros momentos em que um narrador tem sua voz amplificada, nenhum dos três atores realiza falas ou apresenta-se sem as máscaras que conferem ao público a possibilidade de adentrar nas loucuras do inconsciente do personagem.
“Acho que foi essa a peça que mais me instigou até agora durante todo o festival. Fiquei encantado com tudo. Não senti falta dos atores falando, até porque eles sabia se expressar muito bem, ainda que seus rostos normais não aparecessem”, comentou a estudante Priscilla Gomes.

25.10.10

Estreia A PORTA esta quinta dia 28 Centro Cultural São Paulo



“Chegaram sonhos, subindo o rio, subindo a parede do cais. Paramos, conversamos com eles; eles sabem muita coisa, mas não sabem de onde vem. Eles se viram para o rio e erguem os braços. Por que levantais os  braços em vez de nos abraçar?”
Franz Kafka

19.10.10

6º Festival Nacional de Teatro de Vitória

Amanhã, 20 de outubro, se os Deuses nos ajudarem e Gregor aparecer, estaremos apresentando A PORTA em Vitória, ES. Venham!!!






8.10.10

Pra lá e pra cá

Depois de passar por Campo Grande (MS) e Presidente Prudente (SP), a Cia. Troada irá para o 6º Festival Nacional de Teatro de Vitória (ES). A apresentação será dia 20 de outubro e em seguida voltamos correndo para estrear dia 28, na temporada do Centro Cultural São Paulo. Venham!

Equipe do espetáculo em trânsito indo pro aeroporto...

...voltando pra casa depois de mais uma missão cumprida!

15.8.10

Passagem pelo Festival de Teatro de Campo Grande/ MS

No Festcamp conhecemos o Grupo Teatro Pingo D'água, da cidade de Cordeirópolis/SP, que viajou quinze horas de ônibus para chegar ao festival e, já em Campo Grande, foi direto ao teatro para ensaiar a tarde toda. Os artistas passaram duas horas sobre o palco se apresentando, jantaram e se arrumaram a fim de partir para mais quinze horas de viagem de volta. Eram quase trinta artistas extremamente engajados. O espetáculo, um pouco longo, dava a impressão de que os atores não queriam deixar o palco. Ao saber desta história entendi o por que. A palavra “amador” revelou todo o seu sentido positivo. Amadores eram também todos os envolvidos na organização do evento. Verdadeiros amantes do teatro, levantando um festival com uma força herculínea, apesar das adversidades. Campo Grande não possui uma tradição teatral. O estado de Mato Grosso do Sul, criado em 1977, está fora dos circuitos culturais. O público não está acostumado a ir ao teatro e, assim como em outras cidades brasileiras, aposta encontrar qualidade em espetáculos de atores globais, ditos profissionais, que visitam Campo Grande para ganhar dinheiro em época de cancelamento de contrato. Embasbacado com tamanha entrega de todos nós, os amadores, passei a me perguntar qual o objetivo de um festival de teatro. Nós também, da Cia Troada, uma cia amadora que é, perdemos dinheiro para poder apresentar em Campo Grande. Por que? Ao final do espetáculo A Porta, encontrei um casal de senhores que estavam assistindo a todos os espetáculos do festival. Emocionados, agradeceram a ida do espetáculo até eles. Fiquei feliz em fazer teatro para um público amador. Assim como os primeiros exploradores a chegarem naquela terra, estávamos todos juntos, amadores, abrindo com o facão uma trilha por onde passar uma maior humanização e sensibilidade. O Festicamp está em sua quarta edição, espero voltar em 2030 para acompanhar o seu desenvolvimento. Que o festival cresça e possa refinar a sua curadoria, sua formação de público, mas que mantenha este espírito de congregação, próprio dos amadores e fique longe da possibilidade de se tornar apenas mais um evento na agenda da cidade. Obrigado Campo Grande por ter nos recebido tão bem. Vinicius Torres Machado diretor e dramaturgo da Cia Troada.

3.8.10

Próximas apresentações!!!!

Após uma estreia com casa cheia em Campinas, faremos nossas malas para estar dia 10 de agosto apresentando no 4º FESTCAMP-MS, em Campo Grande. http://festcamp.blogspot.com/

Em seguida, dia 27 de agosto nos apresentaremos no XVII FENTEPP, em Presidente Prudente.

Em outubro, dia 20, iremos nos apresentar no 6º Festival Nacional de Teatro de Vitória, no ES.

Estaremos de volta à São Paulo, em temporada no Centro Cultural São Paulo, sala Jardel Filho, de quinta a domingo, de 28 de outubro a 21 de novembro. AGUARDEM NOVIDADES!

9.7.10


A PORTA FAZ ESTREIA NACIONAL
NO SESC, EM CAMPINAS, NO DIA 18, DOMINGO

Espetáculo livremente inspirado na obra de Franz Kafka, enfatizando os aspectos oníricos de sua criação, A Porta, da Cia Troada, faz sua estreia nacional na abertura da SESC Temporada de Teatro, em Campinas, no dia 18 de julho, domingo, às 18h. Concebido e dirigido por Vinicius Torres Machado, o espetáculo foi produzido com o apoio do Prêmio Funarte Myriam Muniz de Teatro. A Cia Troada é integrada por artistas formados pela USP e Unicamp, que pesquisam a linguagem da máscara desde 1999, em seus mais diversos trabalhos.

Durante a peça, todos os atores utilizam máscaras inteiras, sem fala, com traços caricaturescos da figura humana. As máscaras do espetáculo, confeccionadas por Elisa Rossin, atriz e mascareira da Cia., são inspiradas na estética da Familie Flöz, referência alemã do teatro de máscaras mundial. Os figurinos foram criados por Elisa Rossin e Eliseu Weide, que trabalha com importantes produções européias de ópera e teatro, incluindo as companhias alemãs Berliner Ensemble e Cia Familie Flöz, de Berlim.

O espetáculo, que conta a história de uma noite de insônia de Gregor, perpassada por pesadelos, apresenta a comicidade da máscara em visita ao universo kafkiano. Nesse encontro, nasce um tipo de humor que tira sua força do sem sentido, do “nonsense”, da brincadeira com o absurdo. A porta do quarto de Gregor se transforma em uma passagem pela qual poderá voltar à realidade. O elenco é formado pelos atores Ana Caldas Lewinsohn, Beto Souza e Elisa Rossin.

O SESC fica no bairro Bonfim, Rua Dom José I, 270/333.

Os ingressos custam de R$ 2,00 a R$ 8,00.
telefone: 19 3737-1500, e-mail: email@campinas.sescsp.org.br

APAREÇAM!!! E ajudem na divulgação!!!

21.6.10

Estreia!!!! 18 de julho SESC Campinas 18h

Estreia do espetáculo A PORTA na abertura da Temporada SESC de Teatro, em Campinas. Em parceria com o FIT- Festival Internacional de Teatro de Rio Preto, esta edição traz produções caracterizadas pela ousadia, a busca pelo novo e o caráter experimental, em processos que exploram diferentes maneiras de comunicação.

Aguardem aqui neste blog trecho de vídeo do espetáculo, para os curiosos...

17.5.10

Esta quarta, 19 maio - Cia. Troada na CPFL Campinas

Sarau Cultural no Café – Ivan Vilela e Paula Ferrão, Trio Mario de Andrade e Ana Caldas Lewinsonh e Elisa Rossin

Com muitos prêmios na bagagem, 14 CDs lançados e carreira internacional, o consagrado violeiro, compositor e pesquisador Ivan Vilela se apresenta com Paula Ferrão, exímia rabequeira.

No repertório teremos composições instrumentais de seus três CDs: “Paisagens”, “Dez Cordas” e “Do Corpo à Raiz”, este último tendo recebido o Prêmio Interações Estéticas da Funarte..

Neste sarau contaremos também com a presença do trio Mário de Andrade, integrado por Joel Giglio (violino), Alexandre Guimarães (cello) e Aci Meyer (piano). No repertório, trechos de seu recital que contém peças de Mendelssohn, Debussy, Piazzolla e Tom Jobim.

Além disso as mácaras invadirão a cena com a número “O Jantar”: mesa posta, luz de velas e uma linda dama! O cheiro está delicioso e o esforço é grande. Com certeza trata-se de romance... Com uma pitada de passagens inusitadas, O Jantar é recheado de máscaras inteiras e humor nonsense. Atrás das máscaras estarão as atrizes Ana Caldas Lewinsonh e Elisa Rossin: mascareiras, atrizes e pesquisadoras Cênicas da Unicamp e USP.

Ivan Vilela e Paula Ferrão – Ivan Vilela (violeiro) e Paula Ferrão (rabequeira)
Trio Mario de Andrade – Joel Giglio (violino), Alexandre Guimarães (cello) e Aci Meyer (piano)
Ana Caldas Lewinsonh e Elisa Rossin – mascareiras, atrizes e pesquisadoras Cênicas da Unicamp e Usp

Data: 19 de maio
Horário: 20h
Programação gratuita e por ordem de chegada a partir das 19h. A cpfl cultura em Campinas fica na rua Jorge Figueiredo Corrêa, 1632 – Chácara Primavera. Mais informações pelo telefone (19) 3756-8000
Data: 
19/05/2010
Hora: 
20:00